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| Foto de Dinorah Cármen, constante na contracapa do disco. |
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Dinorah Carmén - Não ameaces
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Eduardo Futre - Chuva vai, chuva vem
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| Eduardo Futre, cerca de 1950 |
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Maria José e o Seu Mini Trio - Avózinha
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| Maria José e o Seu Mini Trio - Ao vivo em 1967 |
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Conjunto Típico do Val - Já me chamam yé-yé
terça-feira, 31 de julho de 2012
Maria Helena - Uma artista renascida
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Fernando Lito - Tiqui-Toc
Rapsódia EPF 5.574
Lado A1 - Moira, morena, romã (José Vicente-Fernando Lito)
Lado A2 - Tiqui-Toc (José Lezaun/Fausto Turell-Fernando Lito)
Lado B1 - Deus te guarde (Francisco Ataíde)
Lado B2 - Quero um novo dia (Fernando Lito-Rocha de Oliveira)
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Os Camaradas - Quem trabalha é que deve mandar
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Tino Flores - Organizado o povo é invencível
terça-feira, 17 de abril de 2012
Actualização de mensagens do Bairro do Vinil
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Johhny Rodrigues - Mariquinha
Com recurso à wikipédia holandesa (e com a imprescindível ajuda de um tradutor) descobrimos a figura de Johhny, ou um mais que provável João Rodrigues, que após ter sido chamado pelo exército português para cumprir o serviço militar em Angola (de onde seria enviado para um verdadeiro cenário de guerra) fugiu para os Estados Unidos da América no inicio da década de 70 do século XX, sem que nessa altura tivesse tentado ainda qualquer investida na vida artística.
Na verdade, a incursão de Johhny Rodrigues pela vida artística, só viria a verificar-se, por mero acaso (como quase sempre), quando este se encontrava de férias na Holanda, país onde recebeu convite para gravar um disco, após ter trabalho como DJ em bares e discotecas. Aí, socorrendo-se das influências do nosso folclore, Johhny Rodrigues, apresenta-se em palco como "Johhny & Orquestra Rodrigues" (embora cantasse a solo!), gravando em 1975 a canção "Hey Mal Yo", que mais não é do que uma versão do popular tema do nosso cancioneiro "Ó malhão, malhão", tendo o seu single de estreia, com o mesmo nome, sido imediatamente n.º 1 nos Países Baixos e na Bélgica, permanecendo no topo daqueles países durante doze semanas.
Desconhecemos se "Mariquinha" teve algum sucesso no estrangeiro, embora tudo nos leva a crer que sim, atendendo ao facto de o disco ter sido lançado imediatamente a seguir ao seu single de estreia. Paradoxalmente, o percurso de Johhny Rodrigues foi tão efémero quanto tão rápida foi a sua ascensão aos charts internacionais e o seu desaparecimento do mundo do espectáculo, sendo o seu paradeiro actual para nós mais um mistério por desvendar.
Clique no Play para ouvir um excerto dos temas
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Alberto Ramos - Beijinho Doce
sábado, 10 de dezembro de 2011
Francisco Stoffel - Canto para não chorar
Também nós, que fomos criados bem perto das margens do Mondego, e que ao longo dos últimos anos nos temos dedicado à pesquisa da música popular portuguesa, fomos aprendendo a apreciar o som da outra guitarra portuguesa e a deixarmo-nos seduzir muitas vezes pelas belas vozes que do fado emanam.
Queremos também deixar de lado, enquanto apreciadores do fado de Coimbra, a polémica (para aqui não chamada) da exclusão do Fado de Coimbra da candidatura do Fado a património imaterial da Humanidade. Por isso, dedicaremos a mensagem de hoje a um jovem fadista de Lisboa que, infelizmente, nunca passou de uma mera esperança e cuja saudosa voz muito apreciamos. Para tal, deixaremos nos parágrafos seguintes um pouco do que conhecemos sobre Francisco Stoffel e das gravações das 4 canções que compõem o seu único legado.
Há cerca de 45 anos atrás, em Dezembro de 1966, num dos salões do Hotel Tivoli decorreu um beberete oferecido pela editora de discos catalã Belter. Tratava-se do arranque em Portugal de uma das duas editoras espanholas que na época apostaram na gravação de artistas portugueses (a outra, era a madrilena Marfer). O referido cocktail serviu, portanto, para apresentar os primeiros discos lançados em Portugal de artistas portugueses dessa editora, tendo reunido em tal convívio António Calvário (até então o “rei da rádio”), Luis Guilherme, Alberto Ribeiro e Shegundo Galarza, que foram, juntamente com Francisco Stoffel, os primeiros artistas a gravar para a Belter e cujos discos iriam ser colocados à venda em toda a Espanha, Argentina, Angola, Moçambique, para além de Portugal (então metrópole).No dia da apresentação dos artistas e dos discos aos órgãos de informação, para além da habitual sessão de autógrafos, foram oferecidas pastas com os discos gravados pelos 4 cançonetistas nacionais (Luís Guilherme, Calvário, Alberto Ribeiro e Francisco Stoffel). No entanto, dos quatro cançonetistas apenas três estiveram presentes, pois Francisco Stoffel falecera dias antes vítima de uma doença que os médicos na altura não conseguiram identificar.

Francisco Stoffel, nascido no Estoril, há provavelmente 66 anos, tinha apenas 22 anos quando faleceu, dias antes da apresentação do seu disco à comunicação social.
Stoffel, era, segundo o que apuramos na imprensa da época, a grande descoberta da Belter e a maior promessa de fado castiço para os tempos futuros, tendo chegado a actuar em programas da Rádio Televisão Portuguesa, embora não tenha chegado a conhecer os grandes palcos. As causas da sua morte nunca foram confirmadas, ainda que de acordo com um comentário que encontramos "postado" na internet (sempre sujeito a confirmação) poderá ter falecido vítima de uma forte insolação e das complicações posteriores. Stoffel, com uma voz única para um jovem de 22 anos, deixou-nos apenas 4 sentidos fados, sendo um deles, um fado bem conhecido, popularizado mais tarde por Carlos do Carmo, com o título de “Por morrer uma andorinha”, com música de Francisco Viana e letra de Frederico de Brito.
Clique no Play para ouvir um excerto do disco
terça-feira, 14 de junho de 2011
José Carvalhal - Recado ao Governo
Clique no play para ouvir um excerto de Recado ao Governo
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Pancho & Kamel – Pedra Filosofal
Já vários artistas portugueses gravaram esta canção, não fosse ela reconhecida por todos os quadrantes musicais como uma das mais belas canções alguma vez criadas por intérpretes portugueses. No entanto, desta feita socorremo-nos do duo Pancho & Kamel, composto por F. J. Amenabar (Chile) e Kamel Missaghian (Irão), dois artistas estrangeiros que (provavelmente) se encontravam a residir temporáriamente em Portugal e que tiveram a oportunidade de gravar este trabalho no nosso país para a etiqueta Riso & Ritmo, em data não anterior a 1970.
De facto, o "verdadeiro" nome deste duo é Dia Prometido, um duo psicadélico baseado em Espanha (acompanhado em estúdio com banda de suporte) com reportorio bastante eclético abrangendo versões instrumentais de temas rock, folk, world, jazz, clássica, além de temas originais.
Ao que pudemos apurar, os Dia Prometido lancaram quatro LP's e cinco Singles entre 1971 e 1975 pela Philips em Espanha, sendo este EP da Riso & Ritmo uma excepção, editado para o mercado português com a exclusividade do tema "Pedra Filosofal" que aparentemente não perfila em nenhum dos LP ou Singles da banda.

No aspecto musical, estamos perante um registo bastante simples, respeitando a linha da versão original, embora neste caso, a voz e a guitarra seguem acompanhadas do muito pouco usual santur, um instrumento milenar de origem persa, que ocupa um lugar de destaque neste tema, cabendo-lhe o registo da melodia da canção, passando a voz a ocupar um lugar declamativo.
Não podemos ficar igualmente indiferentes ao timbre exótico e sonoridade planante que o santur nos emana ao longo da interpretação de “Pedra Filosofal” que, juntamente com o facto de estarmos perante uma versão em castelhano, nos oferece uma interessante visão do poema de Gedeão, confirmando a dimensão universalista que só as grandes obras conseguem alcançar.
Clique no Play para ouvir um excerto da canção
1) Peace Meditation (Pancho & Kamel)
2) Pedra Filosofal (Antóneo Gedeão)
3) Improviso Persa (Pancho & Kamel)
4) Concerto de Aranjuez (Joaquin Rodrigo)
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O 25 de Abril de 1974 - Conjunto Típico Francisco de Sousa
RODA RPE 1374
A) O Abril de 1974/ Briga de amor
B) Jamais te posso esquecer/ Tenho saudades
Clique no Play para ouvir um excerto da canção
terça-feira, 19 de abril de 2011
Alfredo Santos - Rock Saloio
Clique no Play para ouvir um excerto de Rock Saloio
Alfredo Santos
Roda EP 1278
A) Anda daí Catraia/ Chegou o correio
B) Quero confessar-te/ Rock Saloio
sexta-feira, 25 de março de 2011
Trio Barroco + Tyree Glenn Jr. & Van Dixon - Summer
quinta-feira, 17 de março de 2011
José Fernandes - O Poeta Cavador do Mucifal
Ao contrário de Manuel Alves, José Fernandes não seria analfabeto, pois ele próprio guardou durante anos os escritos que mais tarde serviriam de base à gravação dos 12 temas que constituiem o L.P. que hoje apresentamos. Efectivamente, o disco é preenchido com canções escritas entre 1934 e 1983, tematicamente nada surpreendentes face ao cognome que partilhava com Manuel Alves. Na verdade, as letras estão na sua grande maioria relacionadas com a Natureza, fazendo uma apologia ao orgulho da terra e das colheitas e à peculiar sabedoria que muitas vezes só as gentes do campo possuem devido precisamente a essa forte ligação entre a terra e a Mãe Natureza. Versos como "A minha casinha tem/ Uma vista confortável/ Dela tudo vejo bem/ Respirando um ar saudável" ou "Do campo é que vem/ o pão que todos comemos/ Do pão é que vem/ O vinho que nós bebemos/ E mesmo p'ra quem/ só p'la cidade suspira/ No campo é que tem/ ar puro que se respira", ilustram bem a realidade que José Fernandes quis realçar, quando aos 63 anos, gravou este disco. Gravado quase 100 anos depois de o outro Poeta Cavador ter cantado os seus fados em Coimbra, José Fernandes recorreu a um estilo musical bem diferente para dar forma aos seus versos, num registo bem mais popular, alegre, em clara homenagem à sua terra e às suas raízes, escondendo palavras de esperança e de exaltação aos trabalhadores do campo, segundo ele muitas vezes injustamente considerados rudes e mal-educados. Provavelmente terá sido este o único disco de José Fernandes, de edição de Autor, com sucesso diminuto em Portugal mas com largo reconhecimento na aldeia do Mucifal, onde o seu nome já é nome de Rua. Da nossa parte, deixamos aos ouvintes um excerto do disco deste Poeta Cavador, aliás, Poeta Cantador. Clique no Play para ouvir um excerto do disco
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Henrique Cordeiro e Ariovalda Maria
Os intérpretes desses conhecidos temas, cujo nome apresentamos hoje, são também eles cantores radicados nos Estados Unidos, provenientes dos Açores, cujo nome em Portugal é totalmente desconhecido da quase totalidade dos portugueses. Falamos de dois irmãos : Henrique Cordeiro e de Ariovalda Maria, aqui acompanhados pelo “famoso” Conjunto Ibérico (conforme descrição da capa – uma vez que na contracapa a informação é inexistente), num E.P. gravado pela etiqueta Vance Records.
Sobre esse duo pouco conhecemos, para além do facto de serem ambos cantores açorianos com raízes discográficas que já remontam, pelo menos, ao ano de 1955, quando os dois pertenciam ao grupo Artistas Unidos. Henrique Cordeiro tem diversos registos musicais gravados, quase todos editados nos Estados Unidos, o mesmo sucedendo com Ariovalda Maria. Relativamente ao disco que apresentamos hoje aos nossos ouvintes, segundo informações de um dos membros da formação da altura do denominado Conjunto Ibérico, o mesmo foi gravado em princípios de 1968, numa única sessão de gravação, num dia em que chovia torrencialmente (facto que acrescenta a titulo de curiosidade). Já nessa altura o Conjunto Ibérico sofrera alterações na sua formação, sendo que dois dos seus membros originais se tinham afastado e formado um outro conjunto. Desta forma, conforme nos esclarece, João Cardadeiro, os membros que participaram na gravação deste disco foram: Belmiro Silva, saxofone e director do conjunto, João Cardadeiro* na guitarra electrica, Francisco Rosa na viola-baixo e Manuel Ildeberto "Burt" Gonçalves na bateria.
Os dois músicos que se ausentaram do grupo antes da gravação deste E.P. foram foram Aniceto Batista (entretanto falecido) e José Elmiro Nunes, agora radicado em Lisboa, tendo este último originalmente acompanhando Carlos do Carmo, sendo ainda hoje em dia acompanhante de muitos outros fadistas da nova vaga, entre os quais Ana Moura.
Para além da falta de informação constante no disco, que nos encarregámos de desvendar, há ainda que registar como ponto de interesse, o recurso a um saxofone neste tipo de formação musical como instrumento solista no tema Júlia Florista, com naturais influências americanas. Do mesmo, tal como também no tema Olhos Negros, há ainda o recurso a uma guitarra eléctrica, que se destaca, mais uma vez em completo arrepio com a instrumentalização base dos conjuntos típicos portugueses.
* A quem agradecemos, não só a oferta do disco, como também todas informações relativas à gravação destes temas.
Clique no Play para ouvir um excerto do disco
domingo, 10 de outubro de 2010
ZÉ DA VESGA (ZÉ DO POVO)

Como consequência do grande fluxo emigração ocorrido na década de 60, muitos artistas portugueses fizeram a sua carreira no estrangeiro, não tendo tido muito contacto com a realidade social portuguesa, senão através de noticias partilhadas à distância. No entanto, tal facto não era necessariamente sinónimo de que tais artistas (ou pelo menos parte deles) se encontravam desatentos ao que se passava no país, principalmente no pós 25 de Abril. Ora, um desses artistas que viveu muitos anos no Canada - segundo informações não confirmados já se encontra radicado em Ovar – é José Ferreira Soares, mais “conhecido” por Zé do Povo, Zé da Vesga ou "João Mora Cá" que em pleno verão quente de 1975, lança um E.P., gravado no Canada pela etiqueta Precision Record, num estilo (muito) satírico e bem humorado, através do qual apresenta a sua visão sobre a instabilidade política que se fazia sentir em Portugal, que em pouco de mais de um ano de liberdade, já tinha conhecido seis governos diferentes.

Trata-se de um registo musical manifestamente virado para o sentimento generalizado do povo, o qual ainda se encontrava desconfiado dos ideais de liberdade e de igualdade proclamados pelos generais da revolução, que demoraram a impor-se na sociedade portuguesa. Zé da Vesga, autor e compositor de textos literários e musicais, com posteriores passagens pelo fado, utiliza neste disco, um registo de música baile bem animado, perfeitamente coadunado com o seu irónico registo vocal, constatando situações que, de certa forma, ainda se mantêm actuais. Sobre o seu percurso musical pouco conhecemos, sabendo, no entanto, da existência de um LP e de um outro E.P. denominado “Disquinhos do Zé do Povo”,com os temas “Cravos de 25 d´abril / O grande camaleão / A grande caserna / O punhal e a Rússia”, provavelmente também da mesma editora.
Zé da Vesga, apresenta-se acompanhado pelo, para nós desconhecido Conjunto Capas Negras, conforme se pode ver na capa do E.P. Para finalizarmos, permitam-nos chamar ainda a atenção para a interessante componente caricatural presente na capa, que por si só já transmite para os ouvintes todo o sentimento das músicas constantes deste disco.
Clique no play para ouvir um excerto do disco
sábado, 24 de julho de 2010
Maria Mendes - Coimbra - Avril au Portugal
Quando, há mais de sete décadas, a dupla Raúl Ferrão e José Galhardo escreveu a canção “Coimbra”, certamente jamais imaginaria que a mesma se iria tornar numa das mais conhecidas canções portuguesas em todo o mundo (senão a mais conhecida), tendo sido tal canção a fonte de ínumeras versões, principalmente instrumentais. Sob o título de “Coimbra”, “April in Portugal” ou “Avril au Portugal”, foram dezenas os artistas que, de uma forma ou outra, incluíram uma versão desta canção num disco seu. Entre as dezenas de exemplos possíveis, temos desde logo Louis Armstrong que popularizou a canção à escala mundial, com o título de "April in Portugal" (e nova letra) passando por Bing Crosby e mais recentemente por Caetano Veloso, sem esquecer Amália Rodrigues, também ela cantora internacionalmente conhecida.Pese embora tenha sido escrita em finais dos anos trinta, tal canção foi sendo sucessivamente rejeitada pelo público como canção de teatro de revista, circuito no qual Raúl Ferrão se inseria enquanto encenador e produtor. Somente em 1947 é que "Coimbra" teria algum reconhecimento, embora reduzido, quando a mesma foi utilizada enquanto canção serenata no filme Capas Negras de Armando Miranda. Contudo, o verdadeiro qui pro cuo, no que diz respeito à popularidade desta canção só aconteceria já na década de 50, quando Amália Rodrigues, mercê do grande sucesso internacional então conseguido, começou a incluir “Coimbra” no seu repertório, principalmente quando cantava no estrangeiro.
Mais do que a beleza dos locais que esta canção invoca, “Coimbra” ou “April in Portugal”, encerra em si também uma melodia de rara beleza, com uma estrutura harmónica só ao alcance das mais belas melodias de sempre. Curiosamente, são de Raúl Ferrão (música) e José Galhardo (letrista) a autoria de algumas das mais belas e populares canções portuguesas, como é o caso de “Lisboa Antiga” ou “Lisboa não sejas francesa”, também elas versionadas por artistas internacionais.
Das dezenas de versões desta canção são de destacar, para além das diversas versões orquestrais instrumentais, também versões em ritmos de salsa, mambo, acordeão, carrilhão, jazz, entre outros estilos.
Não certamente tão recorrente é a versão disco de “Coimbra”, numa mescla de português/francês que apresentamos hoje aos nossos leitores. A intérprete é Maria Mendes neste single de 1978 gravado para a etiqueta francesa Togo Saga Music. De destacar, que o lado B do disco é composto pelo tema “Girassol” com letra da própria artista, sendo que os arranjos de ambas as músicas ficaram a cargo de Gilbert Grilli. Não sendo propriamente um estilo musical que acompanhemos de perto, não podemos deixar de ficar indiferentes aos excelentes arranjos, nomeadamente a secção de metais que enriquece em muito esta interessante versão de "Coimbra".
Clique no Play para ouvir um excerto de "Coimbra"

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